Venceu vários prémios nacionais e internacionais. É convidada regular das temporadas do Teatro Nacional de São Carlos e nos principais teatros, salas de concerto e festivais de música portugueses. Tem-se apresentado, também, em Espanha, França, Inglaterra, Eslovénia, Andorra e Moçambique.

Em ópera, interpretou dezenas de papéis principais dos quais se destacam Pamina (A Flauta Mágica), Gretel (Hänsel und Gretel, Humperdinck), Susanna (Le Nozze di Fígaro), Rita (Donizetti), The Governess (The Turn of the Screw, Britten), Mabel (The Pirates of Penzance de Sullivan), Zerlina (Don Giovanni), Despina (Così fan Tutte), entre outros.

O seu repertório concertístico abarca obras de compositores como Händel, Vivaldi, Ravel, Berio, George Crumb, George Benjamin, incluindo as obras Messiah de Händel (com a orquestra Metropolitana), Ein Deutsches Requiem de Brahms e Gloria de Poulenc (ambos para o Teatro Nacional de São Carlos) e Des Knaben Wunderhorn de Mahler (para a Casa da Música), entre outras.

Apresentou-se com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Sinfónica do Porto Casa da Música, London Sinfonietta, Orquestra Metropolitana, Remix-Ensemble, Músicos do Tejo, Ensemble Darcos, Orquestra do Norte, Orquestra de Câmara Portuguesa, Orquestra Clássica do Sul, Orquestra de Câmara da Universidade de Vigo, Orquestra Filarmonia das Beiras, entre outros agrupamentos.

Foi dirigida por maestros como: Laurence Cummings, Lawrence Renes, Martin André, Stefan Asbury, Peter Rundell, Johannes Willig, Marcos Magalhães, Pedro Neves, Ferreira Lobo, Cesário Costa, João Paulo Santos, António Saiote, Marc Tardue, Brad Cohen, Pierre-Andre Valade, entre outros.

Ao longo do seu percurso académico, Sara Braga Simões teve como mestres Manuela Bigail, Rui Taveira e Peter Harrison. Continuou os seus estudos em Londres com Susan McCulloch. Actualmente, recebe orientação regular de Elisabete Matos.

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