Nota Biográfica (PT)

Nélida Piñon, escritora, foi a primeira mulher a ocupar a presidência da Academia Brasileira de Letras no ano do seu I Centenário, 1997. Publicou mais de 25 livros e suas obras foram traduzidas em mais de 30 países. Destacam-se, entre outros títulos, os  livros de contos Tempo das frutas, O Calor das coisas, A camisa do marido, os romances A Casa da Paixão, A República dos Sonhos, A doce canção de Caetana, Vozes do deserto,  as crônicas de Até amanhã, outra vez, ensaios Aprendiz de Homero, Filhos da América, memórias Coração Andarilho e Livro das Horas.

De sua biografia constam diversas condecorações e prêmios nacionais e internacionais como os brasileiros  Golfinho de Ouro, Mário de Andrade e Jabuti. Na esfera internacional, foi a primeira mulher e primeiro autor de língua portuguesa a receber o prestigiado prêmio de Literatura Juan Rulfo, do México, prêmio Menéndez Pelayo, Espanha, prêmio Ibero-Americano de Narrativa Jorge Isaacs, Colômbia. Recebeu o prêmio Puterbaugh Fellow, 2004, USA, primeiro escritor brasileiro a receber esse galardão. Condecorada com a medalha Castelao, Galícia, Comenda do Barão do Rio Branco, no grau oficial, Brasil, Chevalier de L’Ordre des Arts et des Lettres, França,  Lazo de Dama, de Isabel La Católica, outorgada pelo Rei Juan Carlos, de Espanha, Medalha Áquila, México, entre outras. Em 2005, pelo conjunto de sua obra, recebeu o importante Príncipe de Astúrias, sendo o primeiro escritor de língua portuguesa a receber essa láurea. Em 2015, na qualidade de primeira ganhadora, recebeu o Prêmio El Ojo Crítico Iberoamericano, outorgado pela Rádio Nacional de Espanha.

Pertence a diversas Instituições no Brasil e exterior como Academia Brasileira de Letras, Academia de Filosofia do Brasil, PEN Clube do Brasil e Internacional, Honor Society for International Scholar, da University of Miami, USA, Acadêmica Correspondente da Academia das Ciências de Lisboa, Acadêmica Correspondente da Real Academia de España, Acadêmica Correspondente da Academia Mexicana de La Lengua, e Acadêmica de Honra da Real Academia Galega.

Recebeu diversos títulos de Doctor Honoris Causa, entre eles o da Universidade de Poitiers, França, Universidade de Montreal, Canadá, UNAM, do México, Rutgers, USA, Universidade de Santiago de Compostela, Espanha, primeira mulher em 503 anos a receber esse título. Foi visiting-professor das universidades de Harvard, Columbia, John Hopkins, e Georgetown, entre outras. Ao longo de sua carreira colaborou com publicações nacionais e estrangeiras e proferiu conferências em diversos países. Catedrática da Universidade de Miami, desde 1990,  sucedeu a Isaac B. Singer, Prêmio Nobel. Em 2012 foi nomeada Embajadora Iberoamericana de la Cultura. Em 2015, na qualidade de primeira brasileira, assumiu a Cátedra José Bonifácio da Universidade de São Paulo-USP.

 

Nota Biografica (ES)

Nélida Piñón estudió y se graduó en periodismo en la Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

Se lanzó a la literatura con la novela Guía-mapa de Gabriel Arcanjo, publicado en 1961, que contiene como temas el pecado, el perdón y la relación de los mortales con Dios. Luego, ha escrito un buen número de novelas y cuentos. Además, ha publicado sobre temas biográticos y libros importantes de ensayo como Aprendiz de Homero (2008) y La épica del corazón (2017), donde se percibe de nuevo el homenaje continuo a Machado de Assis.

Su libro La república de los sueños (1984) trata de la concreta emigración que realizaron sus padres y abuelos desde Galicia hasta Brasil, y todas las penurias que sufrieron. Es un libro que le condujo a su gran difusión; aunque era bien conocida en Brasil (y se tradujo al español pronto su novela Tebas de mi corazón). Pero desde ese año sus libros se tradujeron a más de veinte idiomas.

Fue editora y miembro del consejo editorial de varias revistas en Brasil y el exterior. También ocupó cargos en el consejo consultivo de diversas entidades culturales en su ciudad natal.

En 2005, obtuvo el Premio Jabuti. En junio de 2007, fue elegida miembro correspondiente de la Academia Mexicana de la Lengua

Es la primera mujer que llegó a ser presidenta de la Academia Brasileña de Letras en 1996. Había sido premiada ya en 1995 con En 1995 obtuvo el internacional de Lit. LAtinoamericana Juan Rulfo. Luego se acumularon los galardones.

En 2003 recibió el XVII Premio Internacional Menéndez Pelayo. Recibió los más variados premios a lo largo de más de 35 años de dedicación a las letras. Destaca el Premio Príncipe de Asturias de las Letras (15 de junio de 2005) por su “incitante” obra narrativa, artísticamente sustentada “en la realidad y la memoria, y también en la fantasía y los sueños”, según el acto del jurado. Concursaban para el mismo premio escritores de fama, como los americanos Paul Auster y Philip Roth, y el israelí Amos Oz. Su discurso está en Aprendiz de Homero.

 

 

 

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