Mariana Castello-Branco, soprano, nasceu em Lisboa e iniciou os seus estudos musicais aos 6 anos na escola de música de nossa Senhora Do Cabo em Linda-a-Velha. Em 2004 ingressou na EMCN na classe de canto da professora Manuela de Sá, com quem concluiu o curso complementar de canto com distinção. Como aluna da escola efetuou masterclasses com os maestros João Paulo Santos e Armando Vidal, a cantora Jill Feldman e trabalhou frequentemente sob a orientação do pianista José Manuel Brandão.

Continuou a sua formação no Flanders Opera Studio em Gent na Bélgica sob a direção de Ronny Lauwers. Como membro do estúdio trabalhou com maestros como Pietro Rizzo e Yannis Pouspourikas; cantores como Sir Thomas Allen e Susan Waters; pianistas como Malcolm Martineau e ainda diretores como Guy Joosten. Atualmente colabora frequentemente com o maestro Nicolas Achten e o seu grupo Scherzi Musicali.

As suas performances Operáticas incluem papeis como Belinda (Dido e Aeneas/H.Purcell/ Nova ópera de Lisboa) 2nd niece (Peter Grimes/ B. Britten/ Teatro Nacional de São Carlos TNSC) Pamina (Die Zauberflöte/W.A.Mozart/Flanders Opera Studio); 2nd woman-1st witch (Dido and Aeneas/H.Purcell); Diane (Acteón/ M.A.Charpentier/Flanders Opera Studio); Romy Shneider (Romy/Joris Blanckaert/ Flanders Opera Studio); Serpina (La serva padrona/G.B.Pergolesi/Teatro da Trindade); La princesse (L’enfant et les sortilèges/M. Ravel/TNSC-FOYER); Servilia (La Clemenza di Tito/W.A.Mozart/Orquestra Metropolitana).

Com o teatro Nacional de São Carlos estreou-se como solista no Requiem de Fauré em 2012. Mais recentemente colaborou com a orquestra Divino Sospiro no papel de Temide na Cantata de João Cordeiro da Silva “Il Natale di Giove”, no palácio de Queluz. Este ano destacam-se o papel de Rainha da Noite na produção da Orquestra Metropolitana  e do centro Cultural de Belém da ópera “Die Zauberflôte” de W. A. Mozart, a Estreia moderna no papel de Fili da Cantata “A Ninfa o Tejo” de A. Scarlatti e a participação no Festival de musica Sacra de Madrid com o ensemble The New Barroque times.