Lugar Comum

CADERNO DE BORDO

 

Tomo I: A Fundação da Casa de Mateus

Capítulo I: A Fundação | Missão e Modos de ser

A Fundação da Casa de Mateus foi instituída em 3 de Dezembro de 1970 por D. Francisco de Sousa Botelho de Albuquerque, Conde de Mangualde, de Vila Real e de Melo. Forma contemporânea de perpetuar o património, material e imaterial, associado à Casa de Mateus, a Fundação sucede nesse intento ao Morgadio de Mateus, instituído em 1641, ou às formas de fideicomisso que se sucederam à extinção dos morgadios, em 1863.

Os seus fins estatutários são claramente enunciados: a preservação da Casa, o estudo e disponibilização do seu arquivo, bem como a promoção de atividades culturais, científicas e pedagógicas. Já o seu modo de estruturação e ação segue as formas que a matriz inicial que ainda hoje se prolonga, sugere: a de casa familiar, associada a uma quinta produtiva com um lugar muito particular na história dos vinhos do Porto e Douro. O tempo, no entanto, foi introduzindo as diferenças que hoje podemos reconhecer: o património edificado, o espólio e todos os bens imateriais que lhe estão associados são hoje geridos, mantidos e enriquecidos com vista à sua fruição por um público numeroso que chega de todas as partes do mundo; a sua natureza de centro de produção e irradiação de conhecimento, detentora de um acervo indispensável à compreensão da história universal nos últimos séculos, manifesta-se hoje numa programação cultural, artística e científica intensa; a dimensão agrícola e vitivinícola encontra hoje na excelência e na sustentabilidade ambiental um novo horizonte.

É no entrecruzamento destas linhas e no seu desenvolvimento histórico, sempre protagonizado por pessoas concretas, que a Fundação da Casa de Mateus encontra quotidianamente o desafio de tornar contemporânea a sua missão.

Estatutos

 

Capítulo II: Retrato Instantâneo do Capital Humano

Entrevistas

Mosaico | Imagens | Videos

Retrato Instantâneo

[Caracterização do Capital Humano da Fundação]

 

Capítulo III: Lugar Comum: Enunciação e Descoberta

Em Setembro de 2018, a Fundação Calouste Gulbenkian anunciou o apoio a «20 ideias capazes de promover a aprendizagem ao longo da vida», num programa a que chamou Oficinas do Conhecimento.

Em contexto laboral, num ambiente de proximidade e convivialidade, ou através de mecanismos capazes de chegar a públicos mais resilientes à qualificação e formação ou com recurso a novas tecnologias, as Oficinas de Conhecimento nasceram para permitir que população adulta e menos qualificada possa continuar a aprender. Sobretudo a faixa etária mais avançada (com idade igual ou superior a 45 anos) e menos escolarizada, que continua a registar baixos níveis de participação em aprendizagem que a qualifique para melhor concretizar as suas aspirações pessoais e as suas responsabilidades na sociedade.

Independentemente dos contextos ou do domínio, a aprendizagem tem efeitos benéficos diretos na cidadania, equidade, participação democrática, saúde e bem-estar, coesão social, empregabilidade, sustentabilidade económica, social, ambiental, migração e demografia.

Assim, e com o intuito de criar e disseminar conhecimento junto desta população e de a preparar para os desafios do futuro, a Fundação Calouste Gulbenkian propôs-se apoiar projetos que promovem competências básicas (literacia), tecnológicas, profissionais, sociais e emocionais. As candidaturas abriram no dia 9 de Outubro de 2019.

Regulamento

Sessão de esclarecimento

Resultados

Candidatura

Respondendo ao desafio proposto pela Fundação Calouste Gulbenkian, a Fundação da Casa de Mateus desenhou e candidatou o projeto Lugar Comum. Tomando o seu capital humano como recurso central, a Fundação propôs-se sobretudo encontrar os mecanismos de qualificação sistémica desse capital, reforçando a possibilidade de uma visão integrada que considera a pluralidade do modo de ser histórico da Casa de Mateus e dos fins estatutários a que está vinculada a Fundação. O projeto parte de um modelo descentralizado e orgânico e propõe uma metodologia progressiva que liga a capacitação e a formação das pessoas à oportunidade para questionar os seus modos de ser e de agir enquanto instituição complexa, que transporta um património quase infinito e o transforma em possibilidades de futuro.

[registo reunião FCG]

 

 

Tomo II: A intervenção

Capítulo I: Planeamento

Sessões de trabalho

[registo acções preparatórias | programa 30, 31 de Maio]

[ligações]

[imagens]

[vídeos]

[Plano Geral de Formação]

 

Capítulo II: O Futuro do Passado | Seminário de Abertura

programa

[materiais gráficos]

resumos das sessões

[ligações]

 

 

[vídeos]

[ficha de monitorização/avaliação]

 

Capítulo II: Primeiro ciclo de formação

Acções endógenas, de capacitação, potencialmente transversais

[Fichas de Formação | com conteúdos/metodologia/objectivos]

[Calendário de Formação]

[Fichas de Inscrição]

[fichas de Monitorização/Avaliação | por acção/formando?]

[fichas de Monitorização/Avaliação | das acções

 

Capítulo III: Seminário II

[programa]

[materiais gráficos]

[resumos das sessões]

[ligações]

[imagens]

[vídeos]

[ficha de monitorização/avaliação]

 

Capítulo IV: Segundo ciclo de formação

[Fichas de Formação | com conteúdos/metodologia/objectivos]

[Calendário de Formação]

[Fichas de Inscrição]

[fichas de Monitorização/Avaliação | por acção/formando?]

[fichas de Monitorização/Avaliação | das acções

 

Capítulo V: Seminário III

[programa]

[materiais gráficos]

[resumos das sessões]

[ligações]

[imagens]

[vídeos]

[ficha de monitorização/avaliação]

 

Capítulo VI: Terceiro ciclo de formação

[Fichas de Formação | com conteúdos/metodologia/objectivos]

[Calendário de Formação]

[Fichas de Inscrição]

[fichas de Monitorização/Avaliação | por acção/formando?]

[fichas de Monitorização/Avaliação | das acções

 

Tomo IV: Conclusões | Projecções para o Futuro