BOREALIS ENSEMBLE

ANTÓNIO CARRILHO, FLAUTAS DE BISEL

HELENA MARINHO, PIANOFORTE

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Sinopse

O que distingue instrumentos históricos de instrumentos atuais? Será que o repertório a tocar em instrumentos históricos se deverá limitar às obras que foram criadas na respetiva época, e aos compositores que viveram na altura em que esses instrumentos existiram?

O projeto Música Nova para Instrumentos Antigos, do Borealis Ensemble (António Carrilho em flautas de bisel, e Helena Marinho em pianoforte), demonstra como podemos reinventar e desconstruir noções comuns acerca das limitações organológicas de alguns instrumentos através do confronto entre repertório histórico e criações dos nossos dias. O programa deste concerto propõe precisamente um diálogo entre obras dos séculos XVIII e XIX com obras recentes de compositores portugueses, várias das quais compostas expressamente para Helena Marinho e António Carrilho. Os instrumentos utilizados neste concerto incluem uma cópia de um pianoforte vienense de início do séc. XIX e vários tipos de flautas de bisel, incluindo cópias de modelos históricos e modelos de design contemporâneo.

Esta ideia foi distinguida e selecionada para apoio pela Direção-Geral das Artes e parte do repertório faz parte dos dois CDs do Borealis Ensemble, Música Nova para Instrumentos Antigos I e Música Nova para Instrumentos Antigos II.

 

 

Programa:

 

António Chagas Rosa (1960- )           Paysages

  1. S. Bach (1685-1750) Partita em Lá menor, BWV 1013: Sarabande

Vasco Negreiros (1965- )                   Para a mão esquerda

  1. P. E. Bach (1714-1788) Pedal exercitium BWV 598

Sara Carvalho (1970- )                       Pop-up

Carl Czerny (1791-1857)                    The Art of Preluding, Op. 300: Prelude n.º 110

Cândido Lima (1939- )                        Serezina – Le chanteur du val

Carl Czerny (1791-1857)                    The Art of Preluding, Op. 300: Prelude n.º 99

Eurico Carrapatoso (1962- )               Lento (Canção sem palavras)

  1. C. F. Bach (1732-1795) Sonata em Ré maior: Rondó – Scherzo

Daniel Schvetz (1955- )                      Occursus (1. Espaço de intemporal serenidade; 2. Vôo dum pequeno insecto; 3. Kosmos; 4. Toru; 5. Japanese Rock; 6. Jardim japonês; 7. Epílogo)

 

 

Cartaz